Bom senso e inovação

Quando terminei a minha licenciatura em 1998 desisti da Investigação, deixei-a para a Ana, quando em 2005 falhei pela segunda vez como empresário na Drema (Desenvolvimento Rural e Estudos Ambientais) desisti do Desenvolvimento, mas em janeiro de 2006 deparei-me com a inovação e apaixonei-me pela capacidade de utilizar a criatividade para resolver problemas.

Desde o tempo em que estive na Associação Patronal, fiquei impressionado com o facto de os empresários e gestores na sua velhice não desprezarem a mudança nas suas empresas, de, apesar da sua situação confortável, procurarem constantemente inovar, porque sabiam que essa era a única forma de competir, obrigado porque aprendi muito convosco. Anteontem inventei um lema: inovar ou morrer, aliás, todos os domínios Internet resultantes da junção destas três palavras são gratuitos.

A inovação constante não é contrária ao senso comum, muito pelo contrário: correr um risco é a coisa mais segura a fazer.


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