A feira está morta, viva a feira concon


Verde aberto
tornou-se a feira da inteligência colectiva e o carnaval da inovação aberta. Foi também o circo do século XXI e a fogueira das vaidades do século XX.

O verde aberto nasce num mundo que morreu. Lembro-me da minha infância asturiana, em que esperávamos ansiosamente para visitar a Feira de Gijón e comprar um avião de cortiça branca que voava com uma fisga. Hoje, os meus filhos podem encontrar esse avião no centro comercial, podem tocar-lhe e até brincar com ele, no mesmo dia em que é apresentado ao público.

Para construir o espaço da Escuela de Organización Industrial na SIMO, partimos de duas regras que, sem querer, deram origem à feira concon, ou seja: um evento conteúdo e contactos.

As regras eram simples: a primeira: conceber actividades a que as pessoas fossem independentemente de se realizarem na SIMO ou na La Puerta del Sol; a segunda: alinhar tudo com o Plano EOI 2020.

E funcionava, era leve, as pessoas aprendiam, conheciam-se e divertiam-se. A feira do século XXI é a feira concon.



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