A Intel tornou-se o rei absoluto dos processadores no início dos anos 90, na altura do 486 e do Pentium. Gradualmente, cada computador que se via tinha um autocolante como este.

 

De tal forma que, se não tivesse o autocolante, não o comprava, independentemente de saber o que era um microprocessador ou o que significava Intel Inside.

no GoogleMas a era dos gadgets acabou. Vivemos agora na era do software, trocámos o hardware pelo software. O hardware tornou-se um bem normalizado, com preços e disponibilidade estáveis; atualmente, a Intel é o rei indiscutível do hardware e não tem sinais de perder a sua liderança a curto e médio prazo. Mas, atualmente, a diferença faz-se no software e não no hardware; basta perguntar à Apple ou à Google, que, embora não sejam empresas de software, se diferenciaram das outras pelos programas que criam.

Atualmente, a Google está a estabelecer padrões de software, sendo o caso mais marcante o Android, o seu sistema operativo gratuito, baseado em Java e destinado a pequenos dispositivos. O Android já é o rei, apenas o iPhone OS o ultrapassa, mas são fatias diferentes do bolo, uma é software livre e a outra é proprietária (o Symbian, apesar de ser mais popular, não é muito utilizado para telemóveis ligados à Internet como o Android, o iPhone OS, o Blackberry ou o Palm OS).

O Android é uma mais-valia quando se vai comprar um telemóvel, ou seja, com o mesmo hardware, não há diferença entre comprar um Android ou optar pelo Symbiam ou pelo Bada (dois outros sistemas operativos gratuitos). Em breve será a maioria, e não ficará por aí, porque o Android é ideal para acabar no nosso frigorífico ou no nosso carro.
A Google está quase pronta para lançar uma distribuição Linux chamada Chrome OS, que está condenada ao sucesso. Existem muitas distribuições Linux, e nem sequer a mais famosa: o Ubuntu conseguiu ter uma quota de mercado decente nos PCs; mas com o Chrome OS será diferente, simplesmente por causa da Google Inside.


Comentários

Um comentário a "Google inside”

  1. Muito bom artigo Javier, quero comentar que de facto tudo o que cria o Google fideliza o utilizador, de facto não me saio mal, com as ferramentas, principalmente com o motor de busca, mas do meu ponto de vista é mau que não tenha concorrência como no caso das pesquisas, somo um pouco como para onde vai o Vicente? Para onde vão as pessoas, em suma, acho que me desviei do tema do seu post. Uma saudação

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